Inovação – mpress https://teste25.mpress.com.br Tue, 15 Oct 2024 14:46:18 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 https://teste25.mpress.com.br/wp-content/uploads/2024/05/favicon.png Inovação – mpress https://teste25.mpress.com.br 32 32 4 projetos de inovação e tecnologia no campo para você conhecer https://teste25.mpress.com.br/4-projetos-de-inovacao-e-tecnologia-no-campo-para-voce-conhecer/ https://teste25.mpress.com.br/4-projetos-de-inovacao-e-tecnologia-no-campo-para-voce-conhecer/?noamp=mobile#respond Fri, 03 Jun 2022 19:57:36 +0000 https://mpress.com.br/?p=1192 Cresce o número de projetos para inovação e tecnologia no campo. Separamos 4 exemplos de fomento ao agronegócio digital. Confira!

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O apoio de instituições e empresas a projetos de inovação e tecnologia no campo tem surtido grandes efeitos. A cada ano cresce o número de soluções tecnológicas a partir de pesquisas que visam desenvolver o agronegócio.

Contudo, as inovações no agronegócio vão muito além das técnicas de manejo. A tecnologia pode estar presente desde o desenvolvimento de sementes até o gerenciamento e o transporte.

Neste artigo, separamos quatro projetos que recebem apoio de instituições para alavancar o agronegócio digital. Confira!

Exemplos de inovação e tecnologia no campo

Confira a seguir os projetos em destaque, que contam com o apoio de entidades como a Embrapii, a Fundação Certi e a multinacional Basf.

Caminhão Autônomo

O projeto foi desenvolvido através da parceria entre Volvo, Embrapii e o Laboratório de Análises Lactec. O objetivo é reduzir as perdas na produção de cana-de-açúcar. 

Atualmente, a direção manual dos caminhões não oferece uma precisão total da rota na plantação. Desso modo, o motorista acaba guiando por cima dos brotos de cana.

Com a tecnologia do caminhão autônomo, a alta precisão e controle de direção da máquina faz com que haja uma redução no pisoteio de mudas. Assim, as perdãs são reduzidas e a produtividade do cultivo é aumentada. 

Software para monitoramento de plantio

A Basf, renomada empresa global do setor químico, junto com a startup Horus, obteve apoio da Fundação Certi e da Embrapii para desenvolver um software de monitoramento agrícola para drones.

A solução é capaz de detectar locais com maior infestação de pragas. Isso evita que o cultivo de soja seja feito em vegetação doente. A ideia do monitoramento preventivo é reduzir as falhas no plantio, além de reduzir o uso de herbicidas em áreas saudáveis.

Tecnologia para análise de solo 

Parceria entre a Agrorobótica Fotônica, com a Unidade EMBRAPII IFSC – Instituto de Física de São Carlos e a Embrapa resultou num equipamento para análises de solo. O diferencial está na tecnologia empregada: a mesma do robô Curiosity, enviado pela NASA em missão à Marte.

As análises são feitas de maneira rápida, econômica e sustentável. Medindo a quantidade de nitrogênio, micronutrientes e contaminantes em amostras de solos, plantas e fertilizantes. Tudo através de um laser de alta energia. O equipamento tem capacidade para analisar mais de 500 amostras diárias. Mais um exemplo de inovação e tecnologia no campo. 

Tecnologia contra deficiência de fósforo

Uma parceria entre a Satis e a Unidade EMBRAPII Embrapa Agroenergia irá fornecer uma solução biológica eficaz e sustentável. Ela é capaz de tornar solúvel o fósforo inorgânico do solo. Assim, os vegetais podem assimilá-lo.

Desse modo, se reduz a importação de fertilizantes. Consequentemente, o agricultor brasileiro deixa de ser dependente das flutuações do mercado para aquisição do produto.

O fósforo é um mineral essencial para a nutrição das plantas. Além disso, o fósforo também é um importante nutriente para o organismo humano. Desse modo, um solo deficiente dessa matéria impacta no crescimento das lavouras e na produção de diversos alimentos. E, claro, afeta seu enriquecimento nutricional.  

Crescimento populacional aumenta demanda por tecnologia no agronegócio

Um setor tão fundamental para a economia, que em 2021 alcançou participação de 27,4% no PIB brasileiro. Uma porcentagem que não era alcançada desde 2004, quando chegou a 27,53%.

Isso se deve, entre outros fatores, ao constante aumento da demanda por alimentos. Uma prova é a estimativa de que a população mundial atinja 9,8 bilhões de pessoas em 2050. 

Portanto, investir em inovação e tecnologia no campo é uma necessidade latente. Pois desse modo, é possível obter um crescimento de produtividade. Ao passo que o uso de insumos é otimizado e o custo geral é reduzido. Consequentemente, é possível que a população tenha acesso a alimentos mais baratos, garantindo a segurança alimentar de todos.

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Gestão de dados no campo para a redução dos impactos do clima https://teste25.mpress.com.br/gestao-de-dados-no-campo-para-a-reducao-dos-impactos-do-clima/ https://teste25.mpress.com.br/gestao-de-dados-no-campo-para-a-reducao-dos-impactos-do-clima/?noamp=mobile#respond Fri, 27 May 2022 13:30:48 +0000 https://mpress.com.br/?p=1078 Conheça as tecnologias de gestão de dados no campo utilizadas para planejar a produção e reduzir os impactos do clima.

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Um dos grandes desafios para a produtividade agrícola é o fator climático. As adversidades causadas pela seca, pela geada ou mesmo pelo excesso de chuvas dificultam o trabalho do produtor rural quando não há uma previsibilidade. Por isso, a gestão de dados no campo é tão importante. Afinal, sabendo mais sobre o clima antecipadamente, é possível tomar melhores decisões para a safra.

Mas o que são os dados agronômicos? Podemos dizer que são todas as camadas de observação e resultado de medições reunidas pelo produtor. Desde o pré-plantio até o pós-colheita. 

E como fazer a captura, o armazenamento e a gestão dos dados no campo? Aí entra o uso da tecnologia de Big Data. Através de dados gerados em plataformas digitais, é possível abrir um grande leque de oportunidades. Desse modo, os agricultores conseguem tomar melhores decisões de gestão da lavoura, especialmente com relação à influência do clima.

Neste artigo, saberemos mais sobre o Big Data. E como esta ferramenta de gestão de dados no campo contribui para reduzir os impactos no clima. Acompanhe!

Big Data: tecnologia para a gestão de dados no campo

O Big Data consiste na coleta e análise de dados em grande volume. Esta tecnologia é utilizada para aumentar a eficiência de processos e auxiliar na tomada de decisões. Através de softwares e sistemas especializados, os dados são coletados e, geralmente, armazenados na nuvem. Assim, podem ser acessados remotamente e de diferentes locais. 

Desde as menores propriedade rurais até as mais desenvolvidas, a gestão de dados no campo pode ser facilitada com o uso do Big Data. E essa tecnologia pode ser inserida de diferentes formas.

Entre as mais conhecidas, está a análise de dados para o acompanhamento do clima. Com o auxílio da tecnologia, os agricultores que utilizam o Big Data alcançam maior sucesso com as colheitas. Afinal, quanto menor as perdas, maior a lucratividade. 

Conforme as informações são coletas e armazenadas, é possível analisar uma determinada região em diversos aspectos. Geográficos, meteorológicos e de adaptação de espécies, inclusive.

Assim, com mais exatidão nas previsões meteorológicas, é possível administrar várias questões relacionadas à produção. Irrigação, semeadura, colheita… cada etapa do processo pode ser melhor gerida, reduzindo os custos e evitando perdas.

Ou seja, a análise dos dados meteorológicos permite escolher a melhor época para o cultivo. Também auxilia na definição do tempo de colheita e na quantidade de irrigação necessária. Por exemplo, num período mais chuvoso, o plano de irrigação pode ser reduzido. Desse modo, a gestão de dados no campo garante o aproveitamento máximo dos recursos e da produção.

Como é feita a coleta de dados agronômicos?

Os dados no campo são coletados no dia a dia, através de diferentes canais e plataformas. No agronegócio digital, são necessárias diversas ferramentas e tecnologias para que o Big Data seja colocado em prática. 

Assim, o maquinário é capaz de fazer o mapeamento da operação. Desde o plantio, passando pela colheita e pulverização. São muitos passos até que a colheita seja finalizada. Assim, com uma gestão de dados no campo eficiente, em cada etapa do ciclo podem ser tomadas decisões com base na análise das informações coletadas.

Em geral, tudo começa pelo estudo da safra anterior, meses antes do plantio. Nesse momento, é possível identificar as falhas e apontar as soluções necessárias. E também repetir os acertos, obiviamente.

São as decisões antecipadas que oferecem mais segurança e eficiência. Escolher as sementes adequadas, definir o período, os insumos utilizados, qual a melhor janela de plantio. Tudo baseado em dados e estatísticas que vão sendo gerados e guardados tecnologicamente.

Clima, o grande vilão para o agronegócio

Todos os anos, em diferentes épocas, o agronegócio enfreta perdas nas safras e precisa arcar com os prejuízos causados pelo clima. 

Em fevereiro de 2022, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estimou uma quebra de 25,2 milhões de toneladas na produção de grãos na região sul e no no Mato Grosso do Sul. Tudo por conta da estiagem. 

Consequentemente, além da perda do produtor, há uma perda para o consumidor. Alguém sempre tem que pagar a conta. Por isso, é fundamental investir em tecnologias como o Big Data, que aumentam a previsibilidade. Desse modo, a gestão de dados no campo se torna mais assertiva, minimizando as perdas causadas pelo clima. 

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Agronegócio digital: como é feita a colheita guiada por GPS https://teste25.mpress.com.br/agronegocio-digital-como-e-feita-a-colheita-guiada-por-gps/ https://teste25.mpress.com.br/agronegocio-digital-como-e-feita-a-colheita-guiada-por-gps/?noamp=mobile#respond Wed, 18 May 2022 14:47:08 +0000 https://mpress.com.br/?p=1082 Veja como a colheita guiada por GPS e o agronegócio digital trazem mais eficiência para o campo. Drones, sensores, GPS… Num primeiro momento pode parecer estranho associar tantas tecnologias à agricultura. Mas o chamado agronegócio digital é a nova realidade de quem trabalha no campo. Seja para auxiliar a gestão dos processos ou mesmo para […]

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Veja como a colheita guiada por GPS e o agronegócio digital trazem mais eficiência para o campo.

Drones, sensores, GPS… Num primeiro momento pode parecer estranho associar tantas tecnologias à agricultura. Mas o chamado agronegócio digital é a nova realidade de quem trabalha no campo. Seja para auxiliar a gestão dos processos ou mesmo para apoiar a tomada de decisão em pontos importantes do negócio, a inovação ganhou seu lugar também na produção agrícola.
Através de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (Iot) e Big Data, os benefícios vão do plantio à colheita. Inclusive, no que se refere à etapa de colheita, a tecnologia GPS tem apoiado substancialmente o processo.

Colheita guiada por GPS: como é feita e quais os benefícios

A tecnologia GPS traz uma série de vantagens benefícios para a produção agrícola. Com uma navegação guiada, é possível reduzir a redundância no trajeto das máquinas. Assim, com rotas automáticas, as colheitadeiras passam apenas uma vez em cada lugar. Isso diminui os gastos com combustível e também as falhas na colheita. Consequentemente, o trabalho se torna mais rápido, e a produção ganha em eficiência e redução de custos.

Como funciona o GPS agrícola?

O GPS (Sistema de Posicionamento Global, em português) é um sistema de orientação por satélite. De modo resumido, são enviados sinais de rádio pelos satélites para os aparelhos receptores (GPS).
Estes receptores podem ser instalados nos tratores, colheitadeiras, entre outras máquinas, ou no celular. Assim, o GPS interpreta os sinais e determina a localização a ser seguida.
Na agricultura, o DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), GPS absoluto e RTK (Real Time Kinematic) são os mais utilizados.
Dessa forma, para fazer a colheita, é utilizado o monitoramento de dados a partir de um GPS instalado na colheitadeira. Essa tecnologia, além de tornar a colheita mais ágil e precisa, melhora a preparação das áreas para a próxima colheita.
Nas culturas de café, laranja e uva, por exemplo, que são perenes, o GPS identifica áreas onde existem riscos ou oportunidades. Assim, o produtor consegue dar atenção imediata para intervir, corrigindo problemas ou agindo com melhorias na produção.

Georreferenciamento na agricultura

É através do georreferenciamento que a colheita guiada por GPS se torna mais eficiente. O uso da geotecnologia tem garantido muitos benefícios para o agronegócio digital. Pois além de servir na elaboração de mapas, o georreferenciamento de lavouras permite a regularização das propriedades rurais e colabora com a implementação da AP.
O objetivo da tecnologia de georreferenciamento é determinar a posição geográfica exata de um imóvel rural. E também o tamanho da sua área. Isso é feito a partir de um mpaeamento que identifica os vértices do perímetro ao sistema geodésico brasileiro.
Existem diferentes formas para realização do georreferenciamento de propriedades agrícolas. Mas isso irá depender do tipo de propriedade e do seu tamanho, entre outros fatores.
Por exemplo, os locais de difícil acesso demandam métodos diferenciados de análise. Geralmente, nesses casos são utilizados drones que fazem a leitura da área. Já nos locais onde é possível circular sem maiores dificuldades, o GPS de mão é o mais usual.

Como as tecnologias impactam o agronegócio digital

O monitoramento das atividades agrícolas utiliza tecnologias avançadas. Assim, a agricultura de precisão (AP) é a forma mais eficiente de realizar a coleta e análise de dados obtidos em áreas georreferenciadas.
Dessa forma, é possível implementar a automação em diversas atividades, tornando a tomada de decisão mais assertiva.
De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), através da agricultura de precisão é possível criar condições ideais de cultivo para as principais culturas agrícolas. Isso significa otimizar a produção, evitando perdas, reduzindo custos e aumentando a qualidade dos produtos.
E como isso é feito? Através do controle de diversas etapas do processo, como:
  • aplicação de defensivos agrícolas;
  • monitoramento de pragas e doenças;
  • irrigação.
Contudo, a agricultura de precisão é um sistema de gestão das lavouras que busca garantir a produtividade. Ou seja, quanto maior o número de dados coletados, maior será a economia na produção. Pois assim o produtor pode gerir sua propriedade de modo mais assertivo, sobretudo no uso de insumos e no manejo.
Nesse sentido, a agricultura de precisão utiliza das técnicas de georreferenciamento para mapeamento das áreas. Consequentemente, os dados coletados servem para definir o fluxo da colheita através do GPS, fechando um ciclo onde a tecnologia apoia o agronegócio digital em diferentes etapas e ciclos.

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Tecnologias para a análise de imagens na medicina https://teste25.mpress.com.br/tecnologias-para-a-analise-de-imagens-na-medicina/ Tue, 10 May 2022 19:51:00 +0000 https://mpress.com.br/?p=1069 Veja como os avanços tecnológicos impactam a área de diagnósticos e análises na medicina. Na medicina, o diagnóstico por imagens é um dos grandes responsáveis pela descoberta de doenças. Consequentemente, há um maior sucesso nos tratamentos. Afinal, quanto antes se obtém um diagnóstico, mais cedo é possível tratar problemas de saúde. Sejam eles os mais […]

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Veja como os avanços tecnológicos impactam a área de diagnósticos e análises na medicina.
Na medicina, o diagnóstico por imagens é um dos grandes responsáveis pela descoberta de doenças. Consequentemente, há um maior sucesso nos tratamentos. Afinal, quanto antes se obtém um diagnóstico, mais cedo é possível tratar problemas de saúde. Sejam eles os mais simples ou aqueles mais graves e complexos.
Além disso, exames de raio-x, ultrassom e tomografia, por exemplo, são os principais apoios da área médica para acompanhar a evolução dos tratamentos. Nesse sentido, é indispensável lançar mão da tecnologia para melhorar estes recursos.
E como em tantas outras áreas na saúde, a inovação tem permitido que a análise de imagens seja cada vez mais precisa, rápida e confiável. O que beneficia profissionais e pacientes.

Tecnologias na medicina que apoiam a análise de imagens

Entre as áreas da medicina mais impactadas pela inovação tecnológica está a de imagens médicas. Entre as diferentes modalidades de imagem – tomografias, ressonância e ultrassom – os avanços no desenvolvimento de hardware e dispositivos são notáveis. Junto a eles, estão os softwares para captação, visualização e leitura dessas imagens.
E para garantir uma uniformização dentro de diferentes tecnologias, foi desenvolvido o padrão DICOM. Vamos saber mais sobre ele:

Padrão DICOM

O padrão DICOM (Digital Imaging and Communications in Medicine) foi introduzido na área de diagnósticos para garantir a alta qualidade das imagens médicas. Assim, toda a captura, armazenamento, recuperação e compartilhamento de imagens só pode ser realizada dentro deste formato.
Com isso, é necessário que toda clínica e hospital possua uma estação de trabalho dedicada ao DICOM. E para simplicar os processos de armazenamento e recuperação, foi desenvolvimento o PACS (Picture Archiving and Communications System). Esta é uma tecnologia que oferece armazenamento econômico, com acesso facilitado a imagens no padrão DICOM.

Mercado de tecnologia para imagens médicas

Com a necessidade de atualização constante em novas tecnologias, os fabricantes estão mais atentos para a área de imagens médicas. Isso também se deve ao fato de que a medicina avança em novos diagnósticos. E de que os radiologistas buscam as últimas novidades do mercado para visualização e armazenamento de imagens.
  • Aidoc: desenvolvedora de software de análise de imagem médica que fornece suporte de diagnóstico para tomografia computadorizada de corpo inteiro. O aplicativo analisa tomografias da cabeça, pescoço, tórax e abdômen. Possui capacidade de detecção de anormalidades visuais de alto nível. Um estudo de caso realizado pela própria empresa demonstrou que com o Aidoc, houve redução do tempo de resposta do relatório para exames de cabeça;
  • Arterys: empresa sediada em São Francisco (EUA) que combina algoritmos de IA de aprendizado profundo com computação em nuvem. O software de análise de imagens médicas aumenta a velocidade e precisão da análise. Desenvolvido inicialmente para ressonância magnética cardíaca. Com os resultados positivos, a Arterys desenvolveu aplicações similares que atendem ressonância magnética hepática, ressonância magnética pulmonar e mamografia. Além de auxiliar na identificação de lesões patológicas nessas regiões.

Processamento de imagens médicas e sua importância

Uma vez que análise das imagens é uma função cognitiva, médicos e radiologistas tendem a se apoiar na tecnologia para melhorar seu trabalho. Além disso, cada vez mais os cuidados em saúde tem aumentado. E com isso houve um crescimento substancial no número de exames solicitados pelos pacientes.
Isso justifica a necessidade e a importância dos softwares de imagens na medicina. Sobretudo porque a interpretação de exames não exige apenas habilidade profissional. Mas também porque é um processo demorado e cansativo. E com cargas de trabalho cada vez maiores, o apoio tecnológico se torna essencial.
Inclusive, porque a escassez de recursos humanos faz com que os profissionais da radiologia precisem apoiar seu trabalho em ferramentas que ampliem sua atuação. E quando se fala em software de análise de imagens, já é possível utilizar a Inteligência Artificial para interpretar os exames e detectar possíveis anomalias.
Desse modo, após a caputura das imagens, alguns softwares são capazes de processar as informações. O que facilita o trabalho de análise manual. Este processamento de imagens médicas pode ocorrer de três formas: segmentação de imagem; registro de imagem e; visualização de imagem.
Dentro dessa sequência, a equipe médica encontra maior confiabilidade, agilidade e segurança para a obtenção dos resultados. Isso influencia diretamente no diagnóstico e, consequentemente, no sucesso dos tratamentos.

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Unicórnios da saúde: 10 health techs que valem mais de US$ 1 bi https://teste25.mpress.com.br/unicornios-da-saude-10-health-techs-que-valem-mais-de-us-1-bi/ https://teste25.mpress.com.br/unicornios-da-saude-10-health-techs-que-valem-mais-de-us-1-bi/?noamp=mobile#respond Wed, 04 May 2022 13:12:35 +0000 https://mpress.com.br/?p=954 Conheça as 10 principais health techs mundiais que são consideradas unicórnios. No setor de saúde, as chamadas health techs são responsáveis por usar a inovação tecnológica para melhorar a experiência do paciente. Empresas de tecnologia em saúde buscam soluções em diferentes níveis e abordagens. Desde criar softwares para melhoria de processos burocráticos, até o desenvolvimento […]

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Conheça as 10 principais health techs mundiais que são consideradas unicórnios.

No setor de saúde, as chamadas health techs são responsáveis por usar a inovação tecnológica para melhorar a experiência do paciente. Empresas de tecnologia em saúde buscam soluções em diferentes níveis e abordagens.
Desde criar softwares para melhoria de processos burocráticos, até o desenvolvimento de exames e medicamentos. Aos poucos, elas vão revolucionando a área médica e inovando através de diferentes tecnologias.
Enquanto startups, as health techs podem alcançar um valor de mercado expressivo, até se tornarem unicórnios. Conforme desenvolvam soluções com grande potencial, elas podem atrair investidores dispostos a fazer aportes milionários para alavancar o negócio.
Atualmente, existem 38 unicórnios do setor de saúde em todo o mundo. E mesmo não havendo ainda nenhum unicórnio brasileiro entre as health techs, 42% das empresas com esse potencial na América Latina são brasileiras.

O que é uma empresa unicórnio?

São consideradas unicórnios as startups que atingem um valor de mercado a partir de US$ 1 bi. Esta avaliação é feita por agências de capital de risco. Como exemplo de unicórnios presentes em nosso cotidiano temos: Spotify, Uber, Nubank e Airbnb.
Contudo, apesar de ser um número expressivo, as 38 health techs unicórnio do mundo estão numa lista de mais de 600 empresas que já ultrapassaram o valor mínino para ganhar o título. Isso se deve à complexidade do setor de saúde.
As exigências da regulamentação, a concorrência de empresas sem fins lucrativos e uma mentalidade de resistência à transformação digital são alguns fatores que dificultam o caminho das health techs.
A seguir, confira a lista com os principais unicórnios do setor saúde mundial.

As 10 principais health techs unicórnio do mundo

Samumed – Estados Unidos

A empresa norte-americana está avaliada em U$ 12 bi e trabalha utilizando a nanotecnologia. Através de medicamentos com pequenas moléculas, desenvolve tratamentos inovadores. Entre eles, um tratamento para alívio da dor em pacientes com problemas articulares.

Roivant Sciences – Suíça

O valor da empresa biofarmacêutica é de U$ 7 bilhões. Seu foco é na conclusão do desenvolvimento de candidatos promissores a medicamentos em estágio avançado.

Intarcia Therapeutics – Estados Unidos
Com valor de U$ 5,5 bi, a norte-americana Intarcia Therapeutics desenvolve terapias para doenças crônicas que necessitam de tratamento a longo prazo.
GuaHao/WeDoctor – China
O unicórnio chinês avaliado em U$ 5,5 bi desenvolve soluções voltadas ao atendimento médico. A WeDoctor está comprometida na criação de uma plataforma líder mundial em HMO (Health Maintenance Organization).
United Imaging Healthcare – China
Empresa chinesa que se tornou um unicórnio desenvolvendo equipamentos e soluções para a área médica. Seu valor de mercado é de U$ 5 bi.
Ginkgo BioWorks – Estados Unidos
O objetivo da empresa de biotecnologia é criar microorganismos personalizados com menor impacto ambiental e desperdício. Os produtos podem ser utilizados por diversas indústrias, incluindo medicamentos e alimentos. Seu valor de mercado é de U$ 4,2 bilhões.
Ottobock HealthCare – Alemanha
A Ottobock está avaliada em U$ 3,5, desenvolvendo aplicações de tecnologia médica e soluções para adaptação de próteses, órteses, equipamentos de mobilidade, como cadeiras de rodas, e assistência médica.
GRAIL – Estados Unidos
A startup GRAIL, que possui valor de mercado de U$ 3,2 bi, está focada no desenvolvimento de procura desenvolvimento de uma tecnologia que detecte o câncer de forma precoce através de um exame de sangue.
Oscar Health – Estados Unidos
Avaliada em U$ 3,2 bi, a Oscar Health é uma seguradora de saúde. Seu foco está em melhorar a experiência do usuário. Como benefícios, são ofertados medicamentos genéricos gratuitamente, além de consultas ilimitadas via tele-atendimento.
Tempus – Estados Unidos
A empresa norte-americana de tecnologia Tempus alcançou o valor de U$ 3,1 bilhões através de um sistema operacional voltado para o combate ao câncer.

Tecnologia promove revolução na saúde

Todos sabemos que a tecnologia vem revolucionando todos os setores da sociedade, mas nenhum deles tem sido tão impactado quanto o setor de saúde. Afinal, o salvamento de vidas através de softawares e soluções baseadas em Inteligência Artificial, nanotecnologia e Internet das Coisas já não é mais algo distante e futurista.
O futuro da saúde é agora, e ainda que a mão do homem sejam essencial e definitiva, o trabalho das equipes médicas se torna muito mais efetivo e os resultados dos tratamentos mais satisfatórios a partir da inovação.
Para todas as empresas do setor, sobretudo aquelas que ainda não se tornaram unicórnios, vale a satisfação de contribuir para o avanço da medicina e para melhorar a qualidade de vida das pessoas.

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Chatbots na área médica: por que e como utilizar? https://teste25.mpress.com.br/chatbots-na-area-medica-por-que-e-como-utilizar/ https://teste25.mpress.com.br/chatbots-na-area-medica-por-que-e-como-utilizar/?noamp=mobile#respond Fri, 29 Apr 2022 19:46:47 +0000 https://mpress.com.br/?p=797 Veja como os chatbots contribuem para a área médica e de que forma inserir essa tecnologia nos atendimentos.

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A Inteligência Artificial (IA) vem demonstrando todo seu poder. Atualmente, pode ser associada a qualquer setor, incluindo a área médica. Nesse lugar, através das ferramentas de conversação, os chatbots são capazes de criar boas experiências ao usuário. Além de fornecer uma ajuda importante para os profissionais de saúde. Acredita-se que, muito em breve, será possível utilizar os chatbots de forma confiável para o diagnóstico de doenças.

E apesar de já sabermos o quanto a pandemia de Covid-19 acelerou a transformação digital na saúde, é sempre importante lembrar o impacto disso. Afinal, se o novo coronavírus trouxe um cenário de caos, também criou oportunidades positivas. Uma delas foi a de inserir os atendentes virtuais em mais espaços.

Com isso, foi possível alcançar mais pessoas, prevenindo e diagnosticando a doença para que o tratamento fosse mais efetivo. Um exemplo foi o uso de chatbot no Whatsapp adotado pelo Governo Federal. A ferramenta foi implementada para tirar dúvidas dos cidadãos em relação à Covid.

Desse modo, a familiaridade com esse tipo de tecnologia se tornou maior. E assim, hoje muitos serviços de saúde utilizam o chatbot de diferentes formas. O que torna o atendimento mais ágil e melhora a experiência do paciente.

Mas afinal, como a área médica pode se beneficiar desta tecnologia de modo mais eficaz? Neste artigo, mostramos exemplos de Inteligência Artificial com chatbots no setor de saúde. Acompanhe!

Como utilizar chatbots na área médica de modo eficiente?

Seja em clínicas ou hospitais, os chatbosts podem auxiliar a área médica de diferentes formas, aumentando a eficiência nos atendimentos.

A seguir, trazemos alguns exemplos:

Assistência ao paciente

O modelo mais comum de aplicação dos chatbots na área médica é o de atendimento ao paciente. Utilizado para auxiliar em questões práticas como:

  • agendamentos de consulta;
  • marcação de exames;
  • resultados de exames;
  • informações gerais.

Hospitais e clínicas que buscam esse serviço encontram no mercado diversas empresas de TI capazes de ofecer soluções para a área médica. Um exemplo é a catarinense Globalbot.

Aconselhamento

Os chatbots já estão sendo utilizados para aconselhamento de pacientes, tirando dúvidas e realizando a triagem para atendimento. Informações sobre pré e pós-operatório também são dadas pela ferramenta.

Nos Estados Unidos, o chatbot está ajudando pacientes a não desistir das consultas para colonoscopia. Baseada na plataforma da empresa de tecnologia Conversa Health, a Colonoscopy Health Chat envia mensagens de texto ou por e-mail aos pacientes que agendam consultas no LIJ Medical Center e no Southside Hospital.

Auxiliar das equipes médicas

Outro exemplo de uso dos chabots na área médica não possui o foco no paciente. Desta vez, são as próprias equipes que se valem da tecnologia.

Com bots que fornecem informações sobre medicamentos, dosagens, alternativas a determinada substância e princípios ativos, os profissionais podem fazer pesquisas que apoiam a decisão sobre tratamentos.

O Safedrugbot é um exemplo de tecnologia que fornece informações de suporte aos profissionais de saúde sobre o uso de medicamentos durante a amamentação

Atenção às restrições para o chatbot na área médica!

Apesar de já serem bastante utilizados, os chatbots na área médica devem respeitar as diretrizes do Conselho Federal de Medicina (CFM). Sobretudo no que diz respeito à divulgação na impresa e redes sociais.

Conforma resolução do CFM, em geral é proibido aos médicos:

  • divulgar preços de consultas como forma de publicidade e propaganda dos serviços;
  • oferecer tratamentos e técnicas sem comprovação científica;
  • divulgar equipamentos a fim de demonstrar que possui tecnologia superior;
  • oferecer cartão de descontos ou programas de fidelidade;
  • garantir resultados de tratamentos ou procedimentos.

Isso significa que, ao utilizar o chatbot como recurso de atendimento, os médicos devem estar atentos. Pois ao realizar estratégias de marketing através desses canais, deve-se respeitar as diretrizes do CFM.

O ideal é que a tecnologia seja empregada somente para proporcionar a melhor experiência ao paciente, sem fins comerciais diretos.

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Teleatendimentos na medicina: saiba mais sobre a regulamentação https://teste25.mpress.com.br/teleatendimentos-na-medicina-saiba-mais-sobre-a-regulamentacao/ https://teste25.mpress.com.br/teleatendimentos-na-medicina-saiba-mais-sobre-a-regulamentacao/?noamp=mobile#respond Mon, 18 Apr 2022 13:15:26 +0000 https://mpress.com.br/?p=688 Entenda como profissionais de saúde podem se adequar à legislação e utilizar os teleatendimentos na medicina para expandir seu rol de atuação.

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A partir da pandemia de Covid-19, os teleatendimentos na medicina se tornaram mais comuns. Primeiramente, foi uma alternativa para quem não podia se deslocar ou não se sentia seguro para ir ao hospital. Depois, se tornou uma forma de realizar o atendimento mais eficiente. Ou ainda, tornar o acesso ao atendimento médico mais fácil, barato e democrático.

Chamada de eHealth, a telemedicina integra um conjunto de serviços e ferramentas de atendimento através da internet. De acordo com a Healthcare Information and Management Systems Society (HIMSS), o objetivo dos teleatendimentos na medicina é promover melhores condições de assitência ao paciente. Para isso, são utilizadoas uma série de tecnologias, tais como:

  • Computação em nuvem;
  • Internet das Coisas (Iot);
  • Inteligência Artificial (IA);
  • Big data.

A seguir, entenderemos um pouco mais sobre a regulamentação da telemedicina. E também de que forma as tecnologias auxiliarão na expansão dessa modalidade de atendimento em saúde.

Regulamentação de teleatendimentos na medicina

A Resolução nº 1.643/2002, do Conselho Federal de Medicina, havia sido a primeira norma regulamentadora da telemedicina como modalidade médica no país. No entanto, a permissão da prática no território nacional foi dada pela Resolução nº 2.227/2018. Em 2019, o próprio CFM revogou a resolução, por pressão de uma parte da categoria médica que discordou dos termos.

Em 2020, a crise ocasionada pelo coronavírus foi o estopim para o avanço da telemedicina. A partir da Lei 13.989/2020, os teleatendimentos na medicina ganharam mais notoriedade. Conforme prevê a legislação, os serviços de saúde prestados de forma online devem seguir os mesmos padrões normativos e éticos do atendimento presencial.

O que muda mesmo é o sistema de atendimento. Entre médico e paciente, ao invés da mesa do consultório, está uma tela – de celular, computador ou tablet. E antes do contato humano, os chatbots é quem fazem a “recepção”.

Esse sistema de atendimento virtual foi muito utilizado logo no início da pandemia. Nas principais redes de hospitals em todo o Brasil, já se tornou parte do processo. Pacientes que buscam informações, agendamentos ou mesmo uma consulta, passam pelo atendimento dos chatbots, que realizam uma espécie de triagem. Desse modo, é possível direcionar o atendimento de acordo com a necessidade.

Como a tecnologia pode auxiliar os profissionais de saúde nos teleatendimentos?

A partir de ferramentas baseada em Inteligência Artificial, como os chatbots, é possível avançar com os teleatendimentos na medicina. Porém, outras áreas da saúde também encontram benefícios na tecnologia.

Um exemplo simples é o acesso a exames médicos através da internet. Em muitos casos, o paciente não precisa mais se deslocar para buscar o exame impresso. Ao invés disso, ele recebe uma senha de acesso ao site da clínica ou laboratório para conferir o resultado.

Algumas clínicas de imagem e laboratórios também realizam o envio de exames direto para o médico solicitante. Assim, ao retornar para a consulta – presencial ou online – o médico já estará a par do resultado.

Mas estes são apenas algumas formas de trazer a inovação para os serviços de saúde. Diantes das oportunidades que a tecnologia traz, cabe aos profissionais da área aproveitá-las da melhor forma. Seja ampliando sua capacidade de atendimento, ou mesmo melhorando processos analógicos.

Cenário da telemedicina pós COVID-19

A pandemia de Covid-19 trouxe muitas transformações, sobretudo para a área da saúde. O impacto social, econômico e, claro, tecnológico, é inegável.

Isso porque, em diversas áreas, muitas pessoas que ainda relutavam em aderir à tecnologia, se viram tendo que aceitá-la, diante de uma necessidade de sobrevivência.

Assim, os teleatendimentos na medicina se expandiram, ganhando muitos adeptos. Inclusive, muitos pacientes, hoje, preferem o atendimento online ao presencial, quando possível. Isso significa que o pós-pandemia já pode ser considerado um cenário favorável para a inovação.

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Como a conectividade urbana melhora a vida em sociedade? https://teste25.mpress.com.br/como-a-conectividade-urbana-melhora-a-vida-em-sociedade/ https://teste25.mpress.com.br/como-a-conectividade-urbana-melhora-a-vida-em-sociedade/?noamp=mobile#respond Mon, 11 Apr 2022 20:14:52 +0000 https://mpress.com.br/?p=691 A conectividade urbana é o elo e o pilar para a inovação no que se refere à mobilidade e à acessibilidade. Saiba mais sobre esse conceito! Quando falamos em conectividade, logo pensamos em conceitos baseados em tecnologia e internet. Mas a conectividade urbana, apesar de também se pautar nesses elementos, vai além. Trata de complementar […]

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A conectividade urbana é o elo e o pilar para a inovação no que se refere à mobilidade e à acessibilidade. Saiba mais sobre esse conceito!

Quando falamos em conectividade, logo pensamos em conceitos baseados em tecnologia e internet. Mas a conectividade urbana, apesar de também se pautar nesses elementos, vai além. Trata de complementar conceitos de acessibilidade e mobilidade dentro das zonas urbanas.

No entanto, para explicar do que se trata a conectividade urbana na prática, é preciso pontuar a diferença entre mobilidade e acessibilidade.
Neste artigo, mostraremos cada um destes conceitos para entender como melhorar a vida em sociedade a partir da tecnologia e de elementos que podem auxiliar na aplicação prática de cada um deles. Acompanhe!

Conectividade, mobilidade a acessibilidade: qual a diferença entre eles?

Antes de passar pelo conceito de conectividade urbana, vamos compreender as diferenças entre mobilidade e acessibilidade. E entender de que modo elas se complementam.
Podemos definir mobilidade como a facilidade de desclocamento dentro de uma cidade. De modo geral, o conceito está relacionado com a distância a ser percorrida num determinado período de tempo. Quanto mais longe se puder ir de modo mais rápido, melhor é considerada a mobilidade urbana.
Já a acessibilidade leva em consideração outros fatores. Entre eles tempo, custo, risco e conforto. Tudo isso, dentro de diferentes opções e formas de se deslocar, podem tornar o transporte mais ou menos acessível e inclusivo. Nesse sentido, pode-se dizer que o indicador de acessibilidade mostra com mais clareza as desigualdades dentro do espaço urbano.
Enquanto isso, a conectividade urbana se refere ao tempo gasto no deslocamento. Desse modo, ainda que o destino seja acessível pela distância geográfica, ele pode se tornar inacessível pelo tempo. Portanto, a conectividade urbana é responsável por encurtar temporalmente o acesso de uma pessoa ao seu destino.
Quando pensamos, por exemplo, na mobilidade dentro das cidades inteligentes, precisamos entender que as soluções devem se basear nos três conceitos:
  1. acessibilidade (disponibilidade e recursos);
  2. mobilidade (maior distância em menor tempo);
  3. conectividade (menor tempo gasto até o destino).

Como a conectividade urbana impacta a mobilidade e torna a cidade mais acessível?

Um estudo sobre mobilidade urbana realizado pela Kantar TNS aponta uma mudança na forma como a população mundial se desloca em grandes centros. E o que está causando essa mudança são as novas tecnologias.

Denominado “Observatório Global de Mobilidade”, o objetivo do estudo é entender e projetar o futuro da mobilidade nas grandes cidades. A pesquisa foi feita a partir de entrevistas realizadas com mais de 24 mil pessoas em zonas urbanas de 19 países. Entre as cidades contempladas estão São Paulo, Rio de Janeiro e Curitiba.

Conforme aponta o estudo, 75% dos cidadãos de áreas urbanas utilizam aplicativos para orientar seu trajeto. Estes apps são usados para auxiliar a navegação de modo geral. Dessa forma, é possível otimizar o custo ou a conveniência de um trajeto (acessibilidade). Além disso, os apps também servem para solicitar táxis e compartilhamento de caronas.

5G no Brasil ampliará a conectividade urbana

A nova rede 5G promete maior velocidade e larga escala de compartilhamento de dados. Isso significa que diversos processos serão otimizados, sobretudo aqueles que utilizam redes móveis.
Assim, é fato que o 5G terá um impacto positivo para completar o tripé tecnológico formado por “conectividade – acessibilidade – mobilidade”.
Porém, outro ponto deixará o Brasil mais um pouco para trás. O acesso à redes móveis, que ainda é escasso em muitas regiões.
Espera-se, contudo, que as grandes cidades – as mais interessadas em melhorar seu “tripé” – avancem com investimentos na rede 5G e compreendam que o retorno será visível em curto prazo.

 

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Cidades inteligentes: qualidade de vida a partir de ações inovadoras https://teste25.mpress.com.br/cidades-inteligentes-qualidade-de-vida-a-partir-de-acoes-inovadoras/ https://teste25.mpress.com.br/cidades-inteligentes-qualidade-de-vida-a-partir-de-acoes-inovadoras/?noamp=mobile#respond Fri, 01 Apr 2022 21:27:57 +0000 https://mpress.com.br/?p=569 O conceito de cidades inteligentes envolve mais do que tecnologia. São ações inovadoras pensadas para a qualidade de vida desta e das próximas gerações.

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Quando falamos em cidades inteligentes, é comum nos vir à mente uma ideia futurista. Quem lembra de Os Jetsons? Lançado em 1962, esse clássico dos desenhos animados trazia uma realidade que parecia distante demais da humanidade.

Mas a verdade é que, em pleno Século 21, apesar de ainda não termos carros voadores, muito da tecnologia prevista nos capítulos da “família do futuro” está bem aqui, no nosso presente.

E o que isso tem a ver com o conceito de smart cities? Bom… Tudo!

Mesmo que a maioria dos dispositivos conectados utilizados hoje ainda seja de uso individual, toda essa tecnologia – baseada em Inteligência Artificial, Internet das Coisas, Big Data e Business Intelligence – faz parte do que já existe e do que ainda será implementado para construir as chamadas cidades inteligentes.

Qual o objetivo das cidades inteligentes?

O principal objetivo das cidades inteligentes é tornar os espaços coletivos mais sustentáveis e acessíveis. Consequentemente, eles se tornam mais limpos e agradáveis, tornando a vida das pessoas melhor, em diversos aspectos.

Mobilidade, meio ambiente, saúde e segurança são pilares para a promoção da qualidade de vida. E quando a tecnologia entra em cena para otimizar esses recursos através de processos mais eficientes, temos então uma cidade “sendo inteligente” para alcançar maiores índices de qualidade de vida.

Como se caracteriza uma cidade inteligente?

Existem diversas linhas de pensamento sobre o conceito de cidades inteligentes. Contudo, algumas características são comuns e devem estar presentes. Por exemplo:

  • Cidades inteligentes são voltadas para a qualidade de vida da população;
  • Junto ao poder público, é necessário o envolvimento de outros agentes – universidades, terceiro setor (ONGs) e empresas;
  • O planejamento é parte essencial para sua construção;
  • Precisam promover a otimização na utilização de recursos.

Com base nesses fatores, podemos dizer que uma cidade inteligente é aquela que planeja seu crescimento, organiza ações e otimiza o uso dos recursos disponíveis para melhor servir seus habitantes. Isso inclui a mobilidade urbana, o uso da energia e qualquer outro fator necessário para o cotidiano dos cidadãos.

Exemplos de cidades inteligentes e suas tecnologias

Em todo o mundo, inclusive no Brasil, existem diversos projetos de cidades inteligentes. Barcelona, Londres, Tóquio e Curitiba são alguns exemplos, entre outros tantos.

Vejamos como cada uma delas põe em prática o conceito de smart city:

Londres

A capital da Inglaterra é um exemplo de mobilidade urbana, com um metrô que possui mais de 400 km de extensão. Isso faz com que o sistema de transporte londrino seja exemplo para o mundo, devido à sua integração. Além disso, com um único cartão de acesso é possível utilizar diferentes meios de transporte.

E para reduzir a emissão de gases poluentes, o uso do transporte público é altamente incentivado na cidade. Veículos poluentes pagam uma taxa de circulação e o acesso de carros ao centro é restrito.

Barcelona

A cidade espanhola possui um sistema inteligente de coleta de lixo, onde a cada hora todo o lixo descartado é sugado por aspiradores subterrâneos. Isso ocorre através de um sistema de tubulação que fica cinco metros abaixo da superfície.

Com a medida, houve uma diminuição significativa do uso de caminhões e, consequentemente, se reduziu a emissão de CO2.

Tóquio

Um dos países mais tecnológicos do mundo é, sem dúvida, o Japão. Por isso, a capital Tóquio não pode estar fora da lista de cidades inteligentes.

Com 10 milhões de habitantes, foi preciso pensar no desenvolvimento de medidas eficientes para controlar a quantidade de energia utilizada. Assim, empresas como Panasonic, Mitsubishi e Sharp se colocaram à disposição para desenvolver e difundir tecnologias que tornem a cidade inteligente.

Curitiba

A capital paranaense não é a única cidade brasileira considerada uma smart city. Mas está em primeiro lugar no ranking das cidades inteligentes no Brasil (dados de 2018).

Um ponto fundamental para que Curitiba seja considerada uma smart city é seu sistema de transporte coletivo, que já serviu de exemplo para diversos municípios. Parte da frota é formada por veículos híbridos. Eles funcionam à base de biocombustível e eletricidade, reduzindo a emissão de CO2.

Outro exemplo é o programa de coleta seletiva, que incentiva a separação do lixo antes do descarte. Essa tarefa, realizada pelos moradores, favorece o processo de reciclagem.

São José dos Campos

São José dos Campos recebeu a certificação de primeira cidade inteligente do Brasil. O reconhecimento se deu por meio da metodologia aplicada, que considerou 276 indicadores, divididos em setores como serviços urbanos e qualidade de vida.
O município paulista que possui cerca de 730 mil habitantes conquistou a certificação de cidade inteligente nas três normas designadas para esta finalidade: NBR ISO 37120 (qualidade de vida e sustentabilidade), NBR ISO 37122 (tecnologia) e NBR ISO 37123 (resiliência – capacidade de prevenção e ação diante de desastres naturais e à economia da cidade).

O que esperar da cidades inteligentes nos próximos anos?

A tecnologia avança a passos largos. E assim, podemos entender que toda inovação possível será revertida em estratégias e soluções para a vida nas cidades.

Se no momento atual precisamos dar atenção aos pequenos detalhes, possivelmente em alguns anos toda a tecnologia disponível estará muito mais ao alcance dos olhos – e das mãos.

Porém, vale lembrar que não se trata de projetos futuristas. Voltando ao início do texto, quando citamos os Jetsons, muito do que hoje é tão comum à nossa rotina, era inimaginável há 30 anos.

Ou seja, a transformação de um município em smart city pode ser sutil, dependendo muito mais de esforços coletivos e de parcerias público-privadas, mas também da participação de cada indivíduo ao abraçar as ideias e colocar em prática a proposta de uma cidade inteligente.

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Mobilidade urbana: a inovação que a MPRESS está preparada para atender https://teste25.mpress.com.br/mobilidade-urbana-a-inovacao-que-a-mpress-esta-preparada-para-atender/ https://teste25.mpress.com.br/mobilidade-urbana-a-inovacao-que-a-mpress-esta-preparada-para-atender/?noamp=mobile#respond Wed, 30 Mar 2022 13:57:12 +0000 https://mpress.com.br/?p=547 Saiba como os serviços da MPRESS contribuem com a inovação para a melhoria da mobilidade urbana nas grandes cidades.

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A mobilidade urbana – ou a falta dela – impacta diariamente a vida de milhões de pessoas. Principalmente nos grandes centros, onde a concentração de carros é maior. Além disso, em cidades mais populosas, o transporte público nem sempre atende à necessidade da população, tornando a mobilidade urbana ainda mais reduzida.

No entanto, a tecnologia tem contribuído significativamente para projetos de inovação relacionados à mobilidade nas grandes cidades. E tanto nos transportes públicos, quanto nas vias, a sinalização é parte essencial dessa transformação.

Neste artigo, você vai entender de que modo os produtos e serviços desenvolvidos pela MPRESS estão aptos a contribuir para a melhoria da mobilidade urbana através da inovação e dos conceitos tecnológicos. Acompanhe!

Quais aspectos estão envolvidos no conceito de mobilidade urbana?

Segundo os estudiosos, a mobilidade urbana pode ser definida como a capacidade de deslocamento dentro de um espaço urbano, a fim de desenvolver relações sociais e econômicas. Em termos simples, quando saímos para o trabalho, para visitar um familiar ou encontrar os amigos num bar, todo o trajeto realizado está inserido nesse conceito.

Nesse sentido, quanto mais fácil e rápido for esse deslocamento, melhor pode ser considerada a mobilidade dentro daquela área. Do contrário, pode-se considerar que a mobilidade é ruim quando passamos horas em engarrafamentos. Ou quando não há integração entre os modais de transporte, como ônibus e metrô. Ou ainda, quando os trajetos a pé não são seguros e quando não há ciclovias para bicicletas e patinetes.

Assim, podemos afirmar que existem diversos agentes e fatores que atuam para uma melhor ou pior mobilidade urbana. O respeito pelas normas de trânsito, por exemplo, deve partir de motoristas e pedestres.

Quanto aos investimentos, tanto o poder público quanto as empresas privadas de transporte tem responsabilidade nesse cenário. Ambos devem voltar seus esforços para criar meios que facilitem o “vai e vem” nas grandes cidades.

É aí que entra a inovação: através de projetos e investimentos em tecnologias que podem melhorar a vida das pessoas que se deslocam em zonas urbanas. Um exemplo que pode parecer simples, mas é fundamental para a melhoria da mobilidade urbana, é a sinalização.

E não estamos falando aqui das placas de sinalização obrigatórias. Mas de letreiros e placas eletrônicas informativas, que melhoram a visualização dos pedestres e passageiros do transporte público.

Em 2019, um projeto de lei foi apresentado pela então vereadora do Recife (PE), Michele Collins. A proposta previa a instalação de letreiros digitais e sonoros nos ônibus e micro-ônibus da capital pernambucana, a exemplo do que já existe no metrô.

São nesses detalhes valiosos e imprescindíveis que o trabalho e a contribuição da MPRESS para a mobilidade urbana podem ser encontrados.

Como o trabalho da MPRESS impacta a mobilidade urbana?

Na mobilidade urbana, a MPRESS atua com a produção dos seguintes componentes:

Painéis de policarbonato e teclado de membrana

Estes produtos são utilizados, por exemplo, na fabricação de displays e letreiros digitais que podem ser fixados em pontos de ônibus ou em rodovias. Um exemplo, são os painéis que informam a distância a ser percorrida e o tempo estimado. Os painéis de policarbonato e os teclados de membrana também constituem os displays informativos de itinerário no transporte público.

Etiquetas técnicas

Os displays e letreiros digitais presentes nas vias, nos ônibus e que contribuem para a mobilidade urbana podem conter as etiquetas técnicas, que trazem as informações técnicas do produto, como voltagem, nome do fabricante e demais especificações necessárias. São produzidas em vinil, poliéster e polipropileno adesivo.

Corte laser e corte Router CNC

São utilizados no acabamento de caixas de comando, de painéis plásticos, e na usinagem de peças. Possibilita o corte de diferentes materiais, para os mais diversos fins.
A utilização do laser permite um corte mais preciso e sem rebarbas. É o processo ideal para a fabricação de painéis e letreiros digitais que são utilizados nas vias.

Padrão de qualidade MPRESS

A MPRESS mantém um alto padrão de qualidade na fabricação de seus produtos através de matérias-primas certificadas. Faz parte da cultura da empresa contribuir, de modo responsável e sustentável, para o desenvolvimento da sociedade.

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