Agricultura 4.0 – mpress https://teste25.mpress.com.br Fri, 03 Jun 2022 19:57:36 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.8.1 https://teste25.mpress.com.br/wp-content/uploads/2024/05/favicon.png Agricultura 4.0 – mpress https://teste25.mpress.com.br 32 32 4 projetos de inovação e tecnologia no campo para você conhecer https://teste25.mpress.com.br/4-projetos-de-inovacao-e-tecnologia-no-campo-para-voce-conhecer/ https://teste25.mpress.com.br/4-projetos-de-inovacao-e-tecnologia-no-campo-para-voce-conhecer/?noamp=mobile#respond Fri, 03 Jun 2022 19:57:36 +0000 https://mpress.com.br/?p=1192 Cresce o número de projetos para inovação e tecnologia no campo. Separamos 4 exemplos de fomento ao agronegócio digital. Confira!

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O apoio de instituições e empresas a projetos de inovação e tecnologia no campo tem surtido grandes efeitos. A cada ano cresce o número de soluções tecnológicas a partir de pesquisas que visam desenvolver o agronegócio.

Contudo, as inovações no agronegócio vão muito além das técnicas de manejo. A tecnologia pode estar presente desde o desenvolvimento de sementes até o gerenciamento e o transporte.

Neste artigo, separamos quatro projetos que recebem apoio de instituições para alavancar o agronegócio digital. Confira!

Exemplos de inovação e tecnologia no campo

Confira a seguir os projetos em destaque, que contam com o apoio de entidades como a Embrapii, a Fundação Certi e a multinacional Basf.

Caminhão Autônomo

O projeto foi desenvolvido através da parceria entre Volvo, Embrapii e o Laboratório de Análises Lactec. O objetivo é reduzir as perdas na produção de cana-de-açúcar. 

Atualmente, a direção manual dos caminhões não oferece uma precisão total da rota na plantação. Desso modo, o motorista acaba guiando por cima dos brotos de cana.

Com a tecnologia do caminhão autônomo, a alta precisão e controle de direção da máquina faz com que haja uma redução no pisoteio de mudas. Assim, as perdãs são reduzidas e a produtividade do cultivo é aumentada. 

Software para monitoramento de plantio

A Basf, renomada empresa global do setor químico, junto com a startup Horus, obteve apoio da Fundação Certi e da Embrapii para desenvolver um software de monitoramento agrícola para drones.

A solução é capaz de detectar locais com maior infestação de pragas. Isso evita que o cultivo de soja seja feito em vegetação doente. A ideia do monitoramento preventivo é reduzir as falhas no plantio, além de reduzir o uso de herbicidas em áreas saudáveis.

Tecnologia para análise de solo 

Parceria entre a Agrorobótica Fotônica, com a Unidade EMBRAPII IFSC – Instituto de Física de São Carlos e a Embrapa resultou num equipamento para análises de solo. O diferencial está na tecnologia empregada: a mesma do robô Curiosity, enviado pela NASA em missão à Marte.

As análises são feitas de maneira rápida, econômica e sustentável. Medindo a quantidade de nitrogênio, micronutrientes e contaminantes em amostras de solos, plantas e fertilizantes. Tudo através de um laser de alta energia. O equipamento tem capacidade para analisar mais de 500 amostras diárias. Mais um exemplo de inovação e tecnologia no campo. 

Tecnologia contra deficiência de fósforo

Uma parceria entre a Satis e a Unidade EMBRAPII Embrapa Agroenergia irá fornecer uma solução biológica eficaz e sustentável. Ela é capaz de tornar solúvel o fósforo inorgânico do solo. Assim, os vegetais podem assimilá-lo.

Desse modo, se reduz a importação de fertilizantes. Consequentemente, o agricultor brasileiro deixa de ser dependente das flutuações do mercado para aquisição do produto.

O fósforo é um mineral essencial para a nutrição das plantas. Além disso, o fósforo também é um importante nutriente para o organismo humano. Desse modo, um solo deficiente dessa matéria impacta no crescimento das lavouras e na produção de diversos alimentos. E, claro, afeta seu enriquecimento nutricional.  

Crescimento populacional aumenta demanda por tecnologia no agronegócio

Um setor tão fundamental para a economia, que em 2021 alcançou participação de 27,4% no PIB brasileiro. Uma porcentagem que não era alcançada desde 2004, quando chegou a 27,53%.

Isso se deve, entre outros fatores, ao constante aumento da demanda por alimentos. Uma prova é a estimativa de que a população mundial atinja 9,8 bilhões de pessoas em 2050. 

Portanto, investir em inovação e tecnologia no campo é uma necessidade latente. Pois desse modo, é possível obter um crescimento de produtividade. Ao passo que o uso de insumos é otimizado e o custo geral é reduzido. Consequentemente, é possível que a população tenha acesso a alimentos mais baratos, garantindo a segurança alimentar de todos.

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Gestão de dados no campo para a redução dos impactos do clima https://teste25.mpress.com.br/gestao-de-dados-no-campo-para-a-reducao-dos-impactos-do-clima/ https://teste25.mpress.com.br/gestao-de-dados-no-campo-para-a-reducao-dos-impactos-do-clima/?noamp=mobile#respond Fri, 27 May 2022 13:30:48 +0000 https://mpress.com.br/?p=1078 Conheça as tecnologias de gestão de dados no campo utilizadas para planejar a produção e reduzir os impactos do clima.

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Um dos grandes desafios para a produtividade agrícola é o fator climático. As adversidades causadas pela seca, pela geada ou mesmo pelo excesso de chuvas dificultam o trabalho do produtor rural quando não há uma previsibilidade. Por isso, a gestão de dados no campo é tão importante. Afinal, sabendo mais sobre o clima antecipadamente, é possível tomar melhores decisões para a safra.

Mas o que são os dados agronômicos? Podemos dizer que são todas as camadas de observação e resultado de medições reunidas pelo produtor. Desde o pré-plantio até o pós-colheita. 

E como fazer a captura, o armazenamento e a gestão dos dados no campo? Aí entra o uso da tecnologia de Big Data. Através de dados gerados em plataformas digitais, é possível abrir um grande leque de oportunidades. Desse modo, os agricultores conseguem tomar melhores decisões de gestão da lavoura, especialmente com relação à influência do clima.

Neste artigo, saberemos mais sobre o Big Data. E como esta ferramenta de gestão de dados no campo contribui para reduzir os impactos no clima. Acompanhe!

Big Data: tecnologia para a gestão de dados no campo

O Big Data consiste na coleta e análise de dados em grande volume. Esta tecnologia é utilizada para aumentar a eficiência de processos e auxiliar na tomada de decisões. Através de softwares e sistemas especializados, os dados são coletados e, geralmente, armazenados na nuvem. Assim, podem ser acessados remotamente e de diferentes locais. 

Desde as menores propriedade rurais até as mais desenvolvidas, a gestão de dados no campo pode ser facilitada com o uso do Big Data. E essa tecnologia pode ser inserida de diferentes formas.

Entre as mais conhecidas, está a análise de dados para o acompanhamento do clima. Com o auxílio da tecnologia, os agricultores que utilizam o Big Data alcançam maior sucesso com as colheitas. Afinal, quanto menor as perdas, maior a lucratividade. 

Conforme as informações são coletas e armazenadas, é possível analisar uma determinada região em diversos aspectos. Geográficos, meteorológicos e de adaptação de espécies, inclusive.

Assim, com mais exatidão nas previsões meteorológicas, é possível administrar várias questões relacionadas à produção. Irrigação, semeadura, colheita… cada etapa do processo pode ser melhor gerida, reduzindo os custos e evitando perdas.

Ou seja, a análise dos dados meteorológicos permite escolher a melhor época para o cultivo. Também auxilia na definição do tempo de colheita e na quantidade de irrigação necessária. Por exemplo, num período mais chuvoso, o plano de irrigação pode ser reduzido. Desse modo, a gestão de dados no campo garante o aproveitamento máximo dos recursos e da produção.

Como é feita a coleta de dados agronômicos?

Os dados no campo são coletados no dia a dia, através de diferentes canais e plataformas. No agronegócio digital, são necessárias diversas ferramentas e tecnologias para que o Big Data seja colocado em prática. 

Assim, o maquinário é capaz de fazer o mapeamento da operação. Desde o plantio, passando pela colheita e pulverização. São muitos passos até que a colheita seja finalizada. Assim, com uma gestão de dados no campo eficiente, em cada etapa do ciclo podem ser tomadas decisões com base na análise das informações coletadas.

Em geral, tudo começa pelo estudo da safra anterior, meses antes do plantio. Nesse momento, é possível identificar as falhas e apontar as soluções necessárias. E também repetir os acertos, obiviamente.

São as decisões antecipadas que oferecem mais segurança e eficiência. Escolher as sementes adequadas, definir o período, os insumos utilizados, qual a melhor janela de plantio. Tudo baseado em dados e estatísticas que vão sendo gerados e guardados tecnologicamente.

Clima, o grande vilão para o agronegócio

Todos os anos, em diferentes épocas, o agronegócio enfreta perdas nas safras e precisa arcar com os prejuízos causados pelo clima. 

Em fevereiro de 2022, a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) estimou uma quebra de 25,2 milhões de toneladas na produção de grãos na região sul e no no Mato Grosso do Sul. Tudo por conta da estiagem. 

Consequentemente, além da perda do produtor, há uma perda para o consumidor. Alguém sempre tem que pagar a conta. Por isso, é fundamental investir em tecnologias como o Big Data, que aumentam a previsibilidade. Desse modo, a gestão de dados no campo se torna mais assertiva, minimizando as perdas causadas pelo clima. 

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Agronegócio digital: como é feita a colheita guiada por GPS https://teste25.mpress.com.br/agronegocio-digital-como-e-feita-a-colheita-guiada-por-gps/ https://teste25.mpress.com.br/agronegocio-digital-como-e-feita-a-colheita-guiada-por-gps/?noamp=mobile#respond Wed, 18 May 2022 14:47:08 +0000 https://mpress.com.br/?p=1082 Veja como a colheita guiada por GPS e o agronegócio digital trazem mais eficiência para o campo. Drones, sensores, GPS… Num primeiro momento pode parecer estranho associar tantas tecnologias à agricultura. Mas o chamado agronegócio digital é a nova realidade de quem trabalha no campo. Seja para auxiliar a gestão dos processos ou mesmo para […]

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Veja como a colheita guiada por GPS e o agronegócio digital trazem mais eficiência para o campo.

Drones, sensores, GPS… Num primeiro momento pode parecer estranho associar tantas tecnologias à agricultura. Mas o chamado agronegócio digital é a nova realidade de quem trabalha no campo. Seja para auxiliar a gestão dos processos ou mesmo para apoiar a tomada de decisão em pontos importantes do negócio, a inovação ganhou seu lugar também na produção agrícola.
Através de ferramentas baseadas em Inteligência Artificial (IA), Internet das Coisas (Iot) e Big Data, os benefícios vão do plantio à colheita. Inclusive, no que se refere à etapa de colheita, a tecnologia GPS tem apoiado substancialmente o processo.

Colheita guiada por GPS: como é feita e quais os benefícios

A tecnologia GPS traz uma série de vantagens benefícios para a produção agrícola. Com uma navegação guiada, é possível reduzir a redundância no trajeto das máquinas. Assim, com rotas automáticas, as colheitadeiras passam apenas uma vez em cada lugar. Isso diminui os gastos com combustível e também as falhas na colheita. Consequentemente, o trabalho se torna mais rápido, e a produção ganha em eficiência e redução de custos.

Como funciona o GPS agrícola?

O GPS (Sistema de Posicionamento Global, em português) é um sistema de orientação por satélite. De modo resumido, são enviados sinais de rádio pelos satélites para os aparelhos receptores (GPS).
Estes receptores podem ser instalados nos tratores, colheitadeiras, entre outras máquinas, ou no celular. Assim, o GPS interpreta os sinais e determina a localização a ser seguida.
Na agricultura, o DGPS (Sistema de Posicionamento Global Diferencial), GPS absoluto e RTK (Real Time Kinematic) são os mais utilizados.
Dessa forma, para fazer a colheita, é utilizado o monitoramento de dados a partir de um GPS instalado na colheitadeira. Essa tecnologia, além de tornar a colheita mais ágil e precisa, melhora a preparação das áreas para a próxima colheita.
Nas culturas de café, laranja e uva, por exemplo, que são perenes, o GPS identifica áreas onde existem riscos ou oportunidades. Assim, o produtor consegue dar atenção imediata para intervir, corrigindo problemas ou agindo com melhorias na produção.

Georreferenciamento na agricultura

É através do georreferenciamento que a colheita guiada por GPS se torna mais eficiente. O uso da geotecnologia tem garantido muitos benefícios para o agronegócio digital. Pois além de servir na elaboração de mapas, o georreferenciamento de lavouras permite a regularização das propriedades rurais e colabora com a implementação da AP.
O objetivo da tecnologia de georreferenciamento é determinar a posição geográfica exata de um imóvel rural. E também o tamanho da sua área. Isso é feito a partir de um mpaeamento que identifica os vértices do perímetro ao sistema geodésico brasileiro.
Existem diferentes formas para realização do georreferenciamento de propriedades agrícolas. Mas isso irá depender do tipo de propriedade e do seu tamanho, entre outros fatores.
Por exemplo, os locais de difícil acesso demandam métodos diferenciados de análise. Geralmente, nesses casos são utilizados drones que fazem a leitura da área. Já nos locais onde é possível circular sem maiores dificuldades, o GPS de mão é o mais usual.

Como as tecnologias impactam o agronegócio digital

O monitoramento das atividades agrícolas utiliza tecnologias avançadas. Assim, a agricultura de precisão (AP) é a forma mais eficiente de realizar a coleta e análise de dados obtidos em áreas georreferenciadas.
Dessa forma, é possível implementar a automação em diversas atividades, tornando a tomada de decisão mais assertiva.
De acordo com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), através da agricultura de precisão é possível criar condições ideais de cultivo para as principais culturas agrícolas. Isso significa otimizar a produção, evitando perdas, reduzindo custos e aumentando a qualidade dos produtos.
E como isso é feito? Através do controle de diversas etapas do processo, como:
  • aplicação de defensivos agrícolas;
  • monitoramento de pragas e doenças;
  • irrigação.
Contudo, a agricultura de precisão é um sistema de gestão das lavouras que busca garantir a produtividade. Ou seja, quanto maior o número de dados coletados, maior será a economia na produção. Pois assim o produtor pode gerir sua propriedade de modo mais assertivo, sobretudo no uso de insumos e no manejo.
Nesse sentido, a agricultura de precisão utiliza das técnicas de georreferenciamento para mapeamento das áreas. Consequentemente, os dados coletados servem para definir o fluxo da colheita através do GPS, fechando um ciclo onde a tecnologia apoia o agronegócio digital em diferentes etapas e ciclos.

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